<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Artigos - Vida Mundial</title>
	<atom:link href="https://www.vidamundial.com.pt/category/artigos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.vidamundial.com.pt/category/artigos/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 20 Mar 2025 18:03:46 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.1</generator>

<image>
	<url>https://www.vidamundial.com.pt/wp-content/uploads/2023/07/cropped-favicon_vidamundial-32x32.png</url>
	<title>Artigos - Vida Mundial</title>
	<link>https://www.vidamundial.com.pt/category/artigos/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Trilogia para Luiz Vaz de Camões (Por MÁRIO MÁXIMO)</title>
		<link>https://www.vidamundial.com.pt/trilogia-para-luiz-vaz-de-camoes-o-inspirado-sonetos-de-mario-maximo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[vida-mundial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Mar 2025 14:47:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.vidamundial.com.pt/?p=574</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; TRILOGIA PARA LUIZ VAZ DE CAMÕES, “O INSPIRADO” &#160; I A EPOPEIA DO AMOR O rumo das estrelas foi, há muito, traçado por videntes do tempo em que os poderes juntavam o talento, a inspiração e o fado, entre os mais importantes tesouros e haveres. Haveres de alma que moravam no coração e no [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.vidamundial.com.pt/trilogia-para-luiz-vaz-de-camoes-o-inspirado-sonetos-de-mario-maximo/">Trilogia para Luiz Vaz de Camões (Por MÁRIO MÁXIMO)</a> aparece primeiro em <a href="https://www.vidamundial.com.pt">Vida Mundial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p class="NoSpacing"><strong>TRILOGIA PARA LUIZ VAZ DE CAMÕES, “O INSPIRADO”</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>I</strong><br />
<strong>A EPOPEIA DO AMOR</strong></p>
<p>O rumo das estrelas foi, há muito, traçado<br />
por videntes do tempo em que os poderes<br />
juntavam o talento, a inspiração e o fado,<br />
entre os mais importantes tesouros e haveres.</p>
<p>Haveres de alma que moravam no coração<br />
e no peito, de onde Luiz de Camões cantava.<br />
Quando, sobre o papel, na sua suave mão,<br />
a pena com tinta de sentimentos cursava.</p>
<p>De amor, as primeiras estrofes, sempre de amor.<br />
De alma iluminada aos versos e estrofes entregou<br />
o que de maior nobreza havia em seu interior.</p>
<p>Em idílios por terras do Mondego, deliciado passeou<br />
admirando as águas que corriam e o feminino ardor,<br />
até chegar ao Oriente onde por Dinamene se apaixonou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>II</strong><br />
<strong>A EPOPEIA DE PORTUGAL</strong></p>
<p>Um amor diferente de outros amores descobriu.<br />
Cedo, muito cedo, deu por tão intensa afinidade:<br />
Portugal era o nome, a terra que respirou e sentiu<br />
na entrega ao mundo, como Luz da Humanidade.</p>
<p>Cresceu a ouvir lendas de homens do mar, navegantes<br />
que desencantaram ilhas, descobriram continentes.<br />
Homens que não deixaram o mundo como dantes<br />
pois lhe acrescentaram o contacto com novas gentes.</p>
<p>E Camões, que se tivesse cognome seria O Inspirado,<br />
em alma criou versos e em cada verso cunhou um sinal.<br />
Dos profetas navegadores recebeu o dote iluminado.</p>
<p>Não para que à arte poética lhe fornecessem o sal<br />
que jamais precisaria para a sua missão de fino cantado.<br />
O dote era, tão só, a realizada epopeia de Portugal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>III</strong><br />
<strong>SERVO DA POESIA E DO AMOR</strong></p>
<p>Camões viajou por onde, em seu tempo, poucos imaginaram.<br />
Poeta, cronista, homem de armas, seguiu firme nas naus.<br />
Nunca suas glosas foram brandas nem as musas se cansaram.<br />
Na poesia, exorcizou todas as fraquezas e presságios maus.</p>
<p>Nas lonjuras, encontrou o azimute, o lugar, o vital acolhimento.<br />
Jamais na distância viu temor. Sentia, no longe, a casa que deixara.<br />
Em cada nova terra reconheceu as constelações e o firmamento.<br />
Em cada novo oceano, viu que a inspiração nunca o abandonara.</p>
<p>Servo da poesia foi Camões, mais que de Portugal ou do mundo.<br />
Mais servo, ainda, terá sido dos ditames revelados pelo amor.<br />
À poesia e ao amor se entregou, num desmando intenso e fecundo.</p>
<p>Desmando de poeta e de amante que lhe trouxe o êxtase, a dor.<br />
E que levou a sua alma até ao mar mais sublime e profundo.<br />
O mar onde navega a obra de Camões em eternidade e esplendor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><strong>MÁRIO MÁXIMO</strong><br />
<em>(Sonetos escritos no meu escritório literário, entre os dias 18 e 19 de março de 2023)</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.vidamundial.com.pt/trilogia-para-luiz-vaz-de-camoes-o-inspirado-sonetos-de-mario-maximo/">Trilogia para Luiz Vaz de Camões (Por MÁRIO MÁXIMO)</a> aparece primeiro em <a href="https://www.vidamundial.com.pt">Vida Mundial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O papel da China no estabelecimento da Parceria Económica Abrangente Regional &#8211; O maior acordo comercial do mundo</title>
		<link>https://www.vidamundial.com.pt/china/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[vida-mundial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 08:11:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.vidamundial.com.pt/?p=361</guid>

					<description><![CDATA[<p>O papel da China no estabelecimento da Parceria Económica Abrangente Regional &#8211; O maior acordo comercial do mundo &#160; Em Novembro de 2020, sob o patrocínio da China, 15 países da Ásia e do Pacífico assinaram o maior acordo comercial do mundo, a Parceria Económica Abrangente Regional, que abriu caminho a uma zona de comércio [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.vidamundial.com.pt/china/">O papel da China no estabelecimento da Parceria Económica Abrangente Regional &#8211; O maior acordo comercial do mundo</a> aparece primeiro em <a href="https://www.vidamundial.com.pt">Vida Mundial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>O papel da China no estabelecimento da Parceria Económica Abrangente Regional &#8211; O maior acordo comercial do mundo</strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em Novembro de 2020, sob o patrocínio da China, 15 países da Ásia e do Pacífico assinaram o maior acordo comercial do mundo, a Parceria Económica Abrangente Regional, que abriu caminho a uma zona de comércio livre.</p>
<p>Este acordo reúne a Indonésia, Tailândia, Singapura, Malásia, Filipinas, Vietname, Birmânia, Camboja, Laos, Brunei, China, Japão, Coreia do Sul, Nova Zelândia e Austrália, que em conjunto representam 30% do PIB mundial.</p>
<p>Esta parceria comercial permite à China, a segunda maior economia do mundo, ampliar a sua influência na região e no mercado global, resistindo ao isolacionismo imposto pelos EUA.</p>
<p>Ao longo de décadas a China foi alterando a sua estrutura económica, atraindo investimento estrangeiro, incentivando o investimento privado e controlando, através de empresas estatais, unicamente os setores que considera estratégicos.</p>
<p>Com um imenso investimento público em infraestruturas e em indústrias pesadas, que facilitaram o investimento privado, a China foi incentivando e promovendo a expansão de empresas em outros setores produtivos, abrandando o simples papel de exportador.</p>
<p>Outra medida importante para esta mudança foi o facto de passar a permitir que o país fosse utilizado por multinacionais como uma plataforma de exportação, conferindo-lhe uma grande vantagem comercial em relação a outros países asiáticos.</p>
<p>Com alguns pontos fracos, como a insuficiência energética para a capacidade de produção instalada ou a rede de transportes para a deslocação e bens e mercadorias, a China tem vindo a celebrar parcerias estratégicas para colmatar estas lacunas.</p>
<p>Com uma assimetria ainda visível entre as zonas costeiras e o interior, o poder de compra da população que trabalha na indústria ou nos serviços é substancialmente superior à que se dedica ao setor agrícola, apesar do peso que os produtos agrícolas têm no volume de exportações do país.</p>
<p>A produção de serviços na China, a sétima maior do mundo, tem crescido exponencialmente na área das novas tecnologias e telecomunicações, bem como no e-commerce, onde se destacam marcas de projeção mundial de comércio a retalho, como é o caso da Shein.</p>
<p>A China, com o aumento gradual dos salários que foi promovendo no país, já começou inclusivamente a ceder a manufatura de alguns produtos para outros países asiáticos, onde a mão de obra é inferior, mantendo, no entanto, o seu papel final como exportador.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.vidamundial.com.pt/china/">O papel da China no estabelecimento da Parceria Económica Abrangente Regional &#8211; O maior acordo comercial do mundo</a> aparece primeiro em <a href="https://www.vidamundial.com.pt">Vida Mundial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tributo a Santos Dumont por ocasião da comemoração dos 150 anos do seu aniversário &#8211; Algumas notas biográficas</title>
		<link>https://www.vidamundial.com.pt/santos-dumont/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[vida-mundial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 08:10:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.vidamundial.com.pt/?p=359</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tributo a Santos Dumont por ocasião da comemoração dos 150 anos do seu aniversário &#8211; Algumas notas biográficas &#160; O Brasil prepara-se para este ano comemorar os 150 anos do nascimento de Alberto Santos Dumont, inventor considerado um dos pais da aviação e que realizou o primeiro voo homologado da história. Em 1906 voou cerca [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.vidamundial.com.pt/santos-dumont/">Tributo a Santos Dumont por ocasião da comemoração dos 150 anos do seu aniversário &#8211; Algumas notas biográficas</a> aparece primeiro em <a href="https://www.vidamundial.com.pt">Vida Mundial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Tributo a Santos Dumont por ocasião da comemoração dos 150 anos do seu aniversário &#8211; Algumas notas biográficas</strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Brasil prepara-se para este ano comemorar os 150 anos do nascimento de Alberto Santos Dumont, inventor considerado um dos pais da aviação e que realizou o primeiro voo homologado da história.</p>
<p>Em 1906 voou cerca de 60 metros com o Oiseau de Proie, em Champs Bagatelle, em Paris e, um mês depois, já com o Oiseau de Proie III, diante de uma multidão, conseguiu efetuar um voo de 200 metros (a uma altura de 6 metros do solo), voos estes que foram os primeiros homologados pelo Aeroclube de França com um aparelho mais pesado do que o ar.</p>
<p>Sonhador e indisciplinado, dono de uma fortuna familiar que lhe lhe permitia independência para a realização dos seus projetos e invenções, Santos Dumont apesar de ter frequentado alguns cursos superiores na área da engenharia nunca terminou nenhuma licenciatura. Mais do que a teoria era a curiosidade e o conhecimento técnico que o impulsionavam.</p>
<p>Profundamente marcado na infância pelas obras de Júlio Verne, sonhou conquistar o ar, esse elemento que nas obras do escritor francês não tinha sido alcançado de forma motorizada ou através de motores de propulsão.</p>
<p>Nascido em Minas Gerais, em 1873, filho de uma família abastada, teve uma vida aventurosa que o levou a viajar e a estudar na Europa e nos Estados Unidos, coisas muito pouco comuns para a sua geração.</p>
<p>E foi em França, em 1901, que alcançou a fama e se tornou mundialmente conhecido ao ganhar o prémio Deutsch, pelo projeto e construção de um dos primeiros balões dirigíveis com motor a gasolina, o Nº6, com que voou em redor da Torre Eiffel.</p>
<p>Tendo sido diagnosticado com esclerose múltipla, em 1910 deixou de voar após sofrer um acidente com o seu avião Demoiselle. Apesar de ter encerrado a sua oficina em França e de se ter retirado do convívio social, tendo regressado ao Brasil após 10 anos de ausência, nunca deixou de trabalhar para a divulgação da aviação.</p>
<p>Em 1914 a França foi ocupada pelas tropas alemãs na sequência da Primeira Guerra Mundial e Santos Dumont, que se chegou a alistar como motorista para ajudar o exército francês, começou a ver aviões a serem utilizados como arma de guerra, apetrechados com metralhadoras e a transportarem bombas.</p>
<p>Foi o fim do seu sonho, de que nunca recuperou até à sua morte. Segundo diz Arthur Japin no seu livro “O Homem com Asas”, quando retornou ao Brasil Santos Dumont queimou todos os seus “diários, cartas e desenhos”.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.vidamundial.com.pt/santos-dumont/">Tributo a Santos Dumont por ocasião da comemoração dos 150 anos do seu aniversário &#8211; Algumas notas biográficas</a> aparece primeiro em <a href="https://www.vidamundial.com.pt">Vida Mundial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rei Carlos III, O que se poderá depreender e esperar da sua postura relativamente à Maçonaria?</title>
		<link>https://www.vidamundial.com.pt/carlos-iii/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[vida-mundial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 08:08:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.vidamundial.com.pt/?p=356</guid>

					<description><![CDATA[<p>Rei Carlos III, O que se poderá depreender e esperar da sua postura relativamente à Maçonaria? &#160; Depois da coroação de Carlos III de Inglaterra como rei, discute-se agora a possibilidade de vir a ser também o novo Grão-Mestre da Grande Loja Unida de Inglaterra, sucedendo ao Duque de Kent. O seu pai, Príncipe Philip, [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.vidamundial.com.pt/carlos-iii/">Rei Carlos III, O que se poderá depreender e esperar da sua postura relativamente à Maçonaria?</a> aparece primeiro em <a href="https://www.vidamundial.com.pt">Vida Mundial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Rei Carlos III, O que se poderá depreender e esperar da sua postura relativamente à Maçonaria?</strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>Depois da coroação de Carlos III de Inglaterra como rei, discute-se agora a possibilidade de vir a ser também o novo Grão-Mestre da Grande Loja Unida de Inglaterra, sucedendo ao Duque de Kent.</p>
<p>O seu pai, Príncipe Philip, foi maçom, mantendo até à morte a ligação à Loja onde foi iniciado em 1952, a mítica Loja da Marinha Nº2612 (Navy Lodge).</p>
<p>A própria Rainha Elizabeth II, cujo pai, Rei George VI e o tio, Eduardo VIII, eram maçons, fazia questão de todos os anos participar, a 24 de Julho, no Jantar Ritualista da Maçonaria Britânica (Royal Festive Board), acompanhando o marido.</p>
<p>Carlos III, assim como os filhos William e Harry, são maçons ativos, que participam com frequência nos encontros que se realizam em Freemasons Hall, em Londres, todas as primeiras sextas feiras dos meses de Janeiro, Março, Maio, Outubro e Dezembro.</p>
<p>A Grande Loja Unida de Inglaterra, a que pertence Carlos III, congrega mais de 200 mil maçons e tem mais de 7 mil lojas espalhadas pelo Reino Unido.</p>
<p>Fundada em 1813, é a principal e a mais antiga Obediência Maçónica do Mundo, tendo surgido após a divergência entre a Grande Loja dos Antigos e a Grande Loja dos Modernos.</p>
<p>Tendo por norma, ao longo da sua história, tido como grão-mestres membros da família real, desde a sua fundação no século XIX, cogita-se agora a possibilidade de Carlos III vir a ocupar esse lugar.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.vidamundial.com.pt/carlos-iii/">Rei Carlos III, O que se poderá depreender e esperar da sua postura relativamente à Maçonaria?</a> aparece primeiro em <a href="https://www.vidamundial.com.pt">Vida Mundial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tributo a Shimon Peres &#8211; Um homem que procurou o diálogo e a paz no Médio Oriente</title>
		<link>https://www.vidamundial.com.pt/shimon-peres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[vida-mundial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 08:08:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.vidamundial.com.pt/?p=354</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tributo a Shimon Peres &#8211; Um homem que procurou o diálogo e a paz no Médio Oriente &#160; Shimon Peres, nascido em 1923 na Polónia, foi duas vezes primeiro ministro de Israel e presidente do país entre 2007 e 2014, tendo falecido em 2016, aos 93 anos. Anteriormente já havia desempenhado os cargos de ministro [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.vidamundial.com.pt/shimon-peres/">Tributo a Shimon Peres &#8211; Um homem que procurou o diálogo e a paz no Médio Oriente</a> aparece primeiro em <a href="https://www.vidamundial.com.pt">Vida Mundial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Tributo a Shimon Peres &#8211; Um homem que procurou o diálogo e a paz no Médio Oriente</strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>Shimon Peres, nascido em 1923 na Polónia, foi duas vezes primeiro ministro de Israel e presidente do país entre 2007 e 2014, tendo falecido em 2016, aos 93 anos.</p>
<p>Anteriormente já havia desempenhado os cargos de ministro do Desenvolvimento do Negev e da Galileia, ministro da Administração Interna, ministro das Comunicações e ministro dos Negócios Estrangeiros.</p>
<p>Em 1994 foi distinguido com o Prémio Nobel da Paz, em conjunto com Ytzahak Rabin e Yasser Arafat, pelos esforços de paz para o Médio Oriente, na sequência da assinatura do Acordo de Paz de Oslo, que teve lugar em 1993.</p>
<p>Durante os seus 70 anos de vida política e em todos os cargos que exerceu, Shimon Peres sempre teve como objetivo último a paz. Hábil, reservado, um fazedor de pontes, nomeadamente com países muçulmanos, como Marrocos e a Turquia, em 1987 negociou em segredo com o rei Hussein da Jordânia o Acordo de Londres, sobre a soberania da Cisjordânia (rejeitado pelo primeiro ministro de Israel, Yitzhak Shamir).</p>
<p>Em 1996 Shimon Peres fundou o Centro Peres para a Paz, organização não governamental sediada em Jafa, Israel, com o objetivo de desenvolver esforços para alcançar a paz no Médio Oriente, através do envolvimento de toda a população da região para a cooperação socioeconómica e a interação entre os povos.</p>
<p>Olhado com desconfiança durante algumas fases da sua vida política, ambicionava ser amado pelo seu povo que, aquando da sua morte, quase unanimemente o reconheceu como um dos pais fundadores do Estado de Israel e um estadista de excelência que sempre procurou a paz e o desenvolvimento para o país que serviu até ao último minuto.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.vidamundial.com.pt/shimon-peres/">Tributo a Shimon Peres &#8211; Um homem que procurou o diálogo e a paz no Médio Oriente</a> aparece primeiro em <a href="https://www.vidamundial.com.pt">Vida Mundial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Cristãos Novos&#8221;, A integração da Comunidade Judaica em Portugal: Misto de aceitação e de repúdio</title>
		<link>https://www.vidamundial.com.pt/cristaos-novos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[vida-mundial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 08:07:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.vidamundial.com.pt/?p=352</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#8220;Cristãos Novos&#8221;, A integração da Comunidade Judaica em Portugal: Misto de aceitação e de repúdio &#160; A 25 de Maio de 1773, o rei D. José decretou, por Carta de Lei, a abolição da distinção entre cristãos velhos e cristão novos, passando a última designação a ser proibida e punida por lei. No mesmo documento, [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.vidamundial.com.pt/cristaos-novos/">&#8220;Cristãos Novos&#8221;, A integração da Comunidade Judaica em Portugal: Misto de aceitação e de repúdio</a> aparece primeiro em <a href="https://www.vidamundial.com.pt">Vida Mundial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>&#8220;Cristãos Novos&#8221;, A integração da Comunidade Judaica em Portugal: Misto de aceitação e de repúdio</strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>A 25 de Maio de 1773, o rei D. José decretou, por Carta de Lei, a abolição da distinção entre cristãos velhos e cristão novos, passando a última designação a ser proibida e punida por lei.</p>
<p>No mesmo documento, por decisão real, todos passaram a ser iguais perante a lei e aptos para qualquer atividade, “ofícios políticos, civis e eclesiásticos, sem exceção ou reserva alguma”.</p>
<p>Em Portugal, onde os primeiros registos de comunidades judaicas remontam ao século XI, a integração sempre foi natural, com judeus a exercerem cargos de relevância, tanto na sociedade civil como na esfera do poder.</p>
<p>Ao contrário de outros reinos europeus, em Portugal os diversos monarcas resistiram durante muito tempo à aplicação das diretivas de Roma e às instruções papais para discriminar judeus, nomeadamente através da obrigatoriedade de publicamente exibirem sinais identificativos, como chapéus amarelos ou símbolos hexagonais no vestuário.</p>
<p>No século XV, perante a entrada no país de milhares de judeus expulsos por reis católicos, começam a verificar-se as primeiras perseguições à comunidade judaica e surgem éditos afixados em espaços públicos ordenando a sua conversão ao catolicismo como condição para permanecerem em território português.</p>
<p>O ponto mais cruel desta perseguição verificou-se em 1506, com o designado Pogrom de Lisboa ou Matança da Páscoa, onde milhares de de judeus convertidos à força ao catolicismo e designados por cristãos novos, foram perseguidos, agredidos e mortos.</p>
<p>De acordo com o relato de Garcia de Resende, morreram nesse dia cerca de quatro mil pessoas, acusadas por um elemento da Igreja de São Domingos de serem as causadoras da seca, da fome e da peste que assolava o país.</p>
<p>Em 1536 chegou a Inquisição a Portugal, mantendo-se até 1767, estimando-se que mais de dois mil cristão novos, judeus e muçulmanos, morreram às suas mãos, nomeadamente queimados em fogueiras públicas.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.vidamundial.com.pt/cristaos-novos/">&#8220;Cristãos Novos&#8221;, A integração da Comunidade Judaica em Portugal: Misto de aceitação e de repúdio</a> aparece primeiro em <a href="https://www.vidamundial.com.pt">Vida Mundial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Índia, Um país em crescimento? &#8211; Breves considerações económicas de um país em ascensão</title>
		<link>https://www.vidamundial.com.pt/india/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 17:02:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.vidamundial.com.pt/?p=265</guid>

					<description><![CDATA[<p>Índia, Um país em crescimento? &#8211; Breves considerações económicas de um país em ascensão &#160; Considerado um país emergente, a Índia tem vindo, ano após ano, a crescer no ranking das economias mais fortes do mundo, já tendo ultrapassado a França. Segundo dados de 2022 do Banco Mundial, a Índia é neste momento a quarta [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.vidamundial.com.pt/india/">Índia, Um país em crescimento? &#8211; Breves considerações económicas de um país em ascensão</a> aparece primeiro em <a href="https://www.vidamundial.com.pt">Vida Mundial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Índia, Um país em crescimento? &#8211; Breves considerações económicas de um país em ascensão</strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>Considerado um país emergente, a Índia tem vindo, ano após ano, a crescer no ranking das economias mais fortes do mundo, já tendo ultrapassado a França.</p>
<p>Segundo dados de 2022 do Banco Mundial, a Índia é neste momento a quarta maior economia do mundo, com uma estimativa de PIB (nominal) de 3,1 mil milhões de dólares, em referência ao ano transato.</p>
<p>Com uma média de crescimento do PIB a rondar os 7% anuais, o Banco Mundial reviu o estatuto da Índia, promovendo-a de país de rendimento baixo a país de rendimento médio, o que traduz um rendimento nacional bruto per capita entre os 1036 e os 12 535 dólares.</p>
<p>Atualmente a Índia é a quarta potência agrícola mundial, com destaque para a produção de trigo, arroz, milho, cana de açucar, chá, batata, algodão, banana, goiaba, manga, limão, papaia e grão de bico, sendo também o quinto produtor mundial de gado bovino e ovelhas.</p>
<p>O setor industrial, com destaque para a indústria têxtil, assim para a indústria química, a do cimento e a siderurgia, representam cerca de 23% do PIB do país.</p>
<p>O setor da indústria farmacêutica tem crescido de forma exponencial, sendo o maior exportador de medicamentos genéricos a nível global e fornecendo 62% das vacinas administradas no mundo. Tem 3 mil empresas farmacêuticas certificadas pela US-FDA, oferecendo ao mercado 60 mil marcas de genéricos em 60 categorias farmacêuticas.</p>
<p>Mas o setor dos serviços, que representam quase metade do PIB da Índia, tem impulsionado e desenvolvido a economia do país, já empregando cerca de 32% da população ativa, fixando a terceirização de negócios na área do software e tecnologias de informação e comunicação, tendo avançado de forma muito significativa no campo do e-commerce.</p>
<p>No entanto, de acordo com especialistas, a economia da Índia, um país prestes a tornar-se o maior do mundo a nível populacional, ultrapassando a China, é uma má economia, pois não consegue acompanhar o ritmo de crescimento da população.</p>
<p>Estima-se que cerca de 80% da população ativa tenha empregos precários, muito mal remunerados e sem qualquer benefício social.</p>
<p>A mão de obra barata, que leva multinacionais a recorrer ao país para a manufatura e produção final de bens, está a diminuir, em parte devido às consequências da pandemia, que levaram uma significativa parte da população indiana a deixar as cidades para rumar aos campos agrícolas de origem.</p>
<p>Sem revitalizar a indústria transformadora de forma a torná-la atrativa e sem criar postos de trabalho coincidentes com a demanda, além de uma melhor remuneração salarial e mais segurança laboral, será difícil a Índia continuar a sua trajetória de crescimento, que muitos analistas já consideram ilusória.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.vidamundial.com.pt/india/">Índia, Um país em crescimento? &#8211; Breves considerações económicas de um país em ascensão</a> aparece primeiro em <a href="https://www.vidamundial.com.pt">Vida Mundial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Que reformas urgentes para a Guiné-Bissau? (Por DOMINGOS QUADÉ)</title>
		<link>https://www.vidamundial.com.pt/gb-que-reformas-urgentes-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 17:02:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.vidamundial.com.pt/?p=264</guid>

					<description><![CDATA[<p>QUE REFORMAS URGENTES PARA A GUINÉ-BISSAU?  O Estado, tal como universalmente concebido hoje, é uma entidade abstracta que apareceu no dealbar do Sec XVII para gerir e disciplinar a vida em sociedade de uma comunidade determinada de pessoas. Tem por elementos estruturantes o território – salvo casos raros como o Vaticano -, o povo e o [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.vidamundial.com.pt/gb-que-reformas-urgentes-2/">Que reformas urgentes para a Guiné-Bissau? (Por DOMINGOS QUADÉ)</a> aparece primeiro em <a href="https://www.vidamundial.com.pt">Vida Mundial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a name="_Toc50192"></a><strong>QUE REFORMAS URGENTES PARA A GUINÉ-BISSAU? </strong></p>
<p>O Estado, tal como universalmente concebido hoje, é uma entidade abstracta que apareceu no dealbar do Sec XVII para gerir e disciplinar a vida em sociedade de uma comunidade determinada de pessoas. Tem por elementos estruturantes o território – salvo casos raros como o Vaticano -, o povo e o poder político; tem por fins a realização de segurança interna e externa, a realização de justiça e a realização do bem-estar individual e colectivo e, ainda, tem por função regular institucionalmente a estruturação e o funcionamento dos seus diferentes órgãos como seja a função legislativa, executiva e a função judicial.</p>
<p>É dentro desta concepção estruturante que se integra o nosso Estado &#8211; o Estado guineense. Um Estado firmado a custo através de um longo, maçador e revolucionário processo de conquista.</p>
<p>Julgamos ser de peculiar utilidade efectiva trazer a ideia de gestão integrada das políticas públicas de cada um dos elementos: gestão do território, gestão do povo e gestão do poder político para ver se essa realidade se pode subsumir ou não nos padrões finalistas vistos atrás.</p>
<p>Uma reforma lança inovações e expurga defeitos. O que requer tempo e seu decurso, tecnologia e sua aplicação.</p>
<p>Sobre o tempo advertiu o Presidente Koumba Yalá que <em>‘o não tempo é o que não pode ser tempo, mesmo com o tempo’</em>.</p>
<p>Ora, quanto à tecnologia, aderimos à definição de Armindo de Azevedo em como <em>‘a tecnologia é o fruto de evolução de conhecimento e este é, graças a ela, cada vez mais vasto, mais profundo e mais acessível</em>’.</p>
<p>Neste sentido a Reforma do Estado é ancilar, pois obriga a que pré-exista e se reveja um plano,  para ter um documento actualizado e acolhedor de novas opções político-sociais e axiológicas como a tradição e a consciência comunitária de um dado meio. Ela tem que ter por limite e fundamento cada um dos três elementos.</p>
<p>Assim e no que concerne ao território, temos a dizer que deve-se rever a matéria fundiária e  do poder local além de outras; o povo no sentido da melhoria do seu quadro de vida conforme defendido por S. Tomás de Aquino ao frisar que ‘<em>a realização do bem comum não consiste em assegurar apenas que os homens vivessem, mas que vivessem bem</em>’.</p>
<p>Isto tudo se torna possível através de desenvolvimento de sectores primários, secundários e terciários com tecnologias adequadas; de acções sociais, nomeadamente nas áreas de saneamento básico, saúde pública e ensino e, por fim, o poder político enquanto elemento motor, num processo de reforma, uma vez que é o poder que produz, executa e controla a aplicação de regras a todos os níveis. Como exemplos, temos a dizer que se deve disciplinar o/a:</p>
<ol>
<li>enraizamento de uma nação sã, unida e em paz, prevenindo e banindo quaisquer acções que visem aniquilar a unidade nacional, os valores basilares da sociedade e do Estado ou que visem criar ambiente favorável aos conflitos e à guerra;</li>
<li>firmamento no homem guineense dos valores insubstituíveis do trabalho, da disciplina e da democracia pluralista e responsável e da dignidade da pessoa humana;</li>
</ol>
<ol>
<li>respeito pela observância dos princípios estruturantes do Estado que se quer de direito como o princípio da separação e interdependência funcionais dos nossos órgãos de soberania, princípio democrático, republicano, de Estado de Direito, etc;</li>
<li>rápido entendimento da Presidência da República com o Parlamento em questões estratégicas do Estado como a revisão constitucional e as demais leis. Parafraseando, disse John Locke que <em>‘se a falta de autoridade gera anarquia, o excesso dela, porém, conduz à tirania’</em></li>
<li>celeridade dos tribunais na condução e conclusão, com justeza, dos processos judiciais para fazer vincar a ordem social e a disciplina. Neste sentido disse Duguit que <em>‘se o direito sem força se arrisca a ser impotente, a força sem direito é, entretanto e simplesmente, uma barbárie’;</em></li>
<li>controlo e combate sem tréguas à corrupção em todos os aparelhos públicos nacionais e aprovação urgente de uma política científica de fiscalidade e</li>
<li>uma diplomacia agressiva, defensora e promotora dos interesses nacionais, sempre numa linha de esforços que tragam benefícios para as partes por igual e não de submissões ou ignorância. Caso para cuidadamente alinharmo-nos pelo firmamento de uma Política diplomática bastante atractiva junto dos cinco países membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, dos Estados historicamente amigos da Guiné Bissau e dos Estados estrategicamente importantes para os nossos projectos de desenvolvimento nacional. Para isso temos que preparar e enquadrar os nossos melhores quadros da área. Lembremos que a este respeito considerou &#8211; certeiramente, a nosso ver &#8211; o Presidente Koumba Yalá ao afirmar, num comício popular algures pelo País, que <em>‘um menino de sete anos não pode dialogar por igual com um homem de trinta’</em>.</li>
</ol>
<p>Tudo isto constitui elemento chave para a reimplantação da autoridade do Estado, justiça e reconciliação nacional com o objectivo nobre de criar a confiança do cidadão no processo de credibilização e do desenvolvimento do seu País, o que evita a fuga do capital e talento; a confiança de países amigos que quase nos abandonaram devido a desastres contínuos e incomportáveis por que temos vindo a passar e a confiança do empresariado estrangeiro ou nacional – separado ou combinado – sério e capaz de promover a produção, a indústria e o comércio para a geração do emprego e a percepção de impostos.</p>
<h4 style="text-align: right;"></h4>
<p>O conteúdo <a href="https://www.vidamundial.com.pt/gb-que-reformas-urgentes-2/">Que reformas urgentes para a Guiné-Bissau? (Por DOMINGOS QUADÉ)</a> aparece primeiro em <a href="https://www.vidamundial.com.pt">Vida Mundial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Santos, A Cidade mais portuguesa do Brasil (Por CARLOS PÁSCOA)</title>
		<link>https://www.vidamundial.com.pt/santos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 16:59:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.vidamundial.com.pt/?p=259</guid>

					<description><![CDATA[<p>Santos, a Cidade mais portuguesa do Brasil &#160; A Cidade de Santos é conhecida como a Cidade mais portuguesa do Brasil, porque é muito fácil sentirmo-nos no que poderia ser uma qualquer cidade de Portugal. Na forma de interagir com as pessoas, no comércio, na indústria, nos serviços, em cada esquina temos uma padaria, um [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.vidamundial.com.pt/santos/">Santos, A Cidade mais portuguesa do Brasil (Por CARLOS PÁSCOA)</a> aparece primeiro em <a href="https://www.vidamundial.com.pt">Vida Mundial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Santos, a Cidade mais portuguesa do Brasil</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Cidade de Santos é conhecida como a Cidade mais portuguesa do Brasil, porque é muito fácil sentirmo-nos no que poderia ser uma qualquer cidade de Portugal.</p>
<p>Na forma de interagir com as pessoas, no comércio, na indústria, nos serviços, em cada esquina temos uma padaria, um restaurante, um pequeno mercado ou</p>
<p>um não tão pequeno.  Nas residências, na arquitetura, principalmente no centro histórico, nos clubes, nos hospitais, aliás é em Santos que temos o mais antigo</p>
<p>hospital do Brasil (Santa Casa da Misericórdia, construído em 1543), tudo nos lembra uma cidade portuguesa.</p>
<p>Desde o tempo de Braz Cubas, o seu fundador, até há década de 1960, Santos, devido ao seu porto, passou por vários ciclos migratórios, nestes quase cinco séculos de história.</p>
<p>Santos é a cidade com o maior número de portugueses por habitante. Por exemplo, em 1895, quando foi inaugurado o Centro Cultural Português, 60% da</p>
<p>população era composta por portugueses e hoje temos mais de 50.000 lusos inscritos no Consulado de Santos, número que só fica abaixo dos registados no Rio de Janeiro e em São Paulo.</p>
<p>O ciclo migratório dos portugueses começou com a instalação dos Engenhos de cana do açúcar e intensificou-se com a fundação da Vila de Santos, por Braz</p>
<p>Cubas, e pela construção do hospital da Santa Casa da Misericórdia.</p>
<p>A independência do Brasil teve um Santista como figura central, José Bonifácio, que tinha muitas ligações a Portugal advindas do facto de ter estudado na Universidade de Coimbra.</p>
<p>São dessa época diversas construções históricas, como a Casa da Frontaria Azulejada e o Casarão do Valongo, que hoje abriga o Museu Pelé.</p>
<p>As crises económicas e as ondas de fome ligadas às duas guerras mundiais, propiciaram enormes vagas migratórias e muitos portugueses acabaram por se fixar de forma definitiva em Santos.</p>
<p>Santos, sempre dominada pelos portugueses, transformou-se numa belíssima Cidade, com uma qualidade de vida fantástica e, repito, onde se pode pensar estar numa qualquer cidade portuguesa.</p>
<p>Os portugueses deixaram uma herança imensurável na arquitetura, na culinária, na educação, nos modelos de proteção social, nos costumes, nas tradições, como mais nenhuma comunidade.</p>
<p>Temos a nossa presença marcada em Santos com tesouros como:</p>
<p>O Centro Cultural Português de Santos;</p>
<p>A Escola Portuguesa (com mais de 100 anos);</p>
<p>Santa Casa da Misericórdia;</p>
<p>A Casa da Ilha da Madeira;</p>
<p>A Sociedade Portuguesa de Desportos;</p>
<p>O Consulado de Portugal em Santos;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nestes longos anos muitos portugueses se destacaram nos mais diversos setores de atividades na cidade de  Santos e dentre eles podemos destacar:</p>
<p>O Dr Manuel Homem de Bittencourt, Sócio fundador e Presidente Perpétuo do Real Centro Português, formado em medicina e agraciado com diversas Comendas</p>
<p>pelos governos de Portugal e do Brasil;</p>
<p>Alberto António Ferreira Veiga, jornalista, fundou o que ainda hoje é o maior grupo de Comunicações da Baixada Santista, tendo recebido do Rei Alberto da Bélgica o grau de Oficial da Ordem de Leopoldo II;</p>
<p>Alberto Ferreira dos Santos, o maior empresário na área de café da Região de Santos e do Paranaguá, recebeu do Governo português a Comenda da Ordem do</p>
<p>Infante Dom Henrique;</p>
<p>Joaquim da Rocha Brites, grande empresário em vários ramos de negócios, fundador do Elos Clube de Santos e Presidente de diversas Associações Portuguesas em Santos;</p>
<p>Arménio Mendes, empresário em vários ramos de negócios como a hotelaria, construção civil, centros comerciais, rádios (como a Jovem Pan de Santos). Foi</p>
<p>Cônsul Honorário de Portugal em Santos e teve uma vida muito dedicada à filantropia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CARLOS PÁSCOA</p>
<p>ANTIGO DEPUTADO À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.vidamundial.com.pt/santos/">Santos, A Cidade mais portuguesa do Brasil (Por CARLOS PÁSCOA)</a> aparece primeiro em <a href="https://www.vidamundial.com.pt">Vida Mundial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
