Rei Carlos III, O que se poderá depreender e esperar da sua postura relativamente à Maçonaria?

Rei Carlos III, O que se poderá depreender e esperar da sua postura relativamente à Maçonaria?

 

Depois da coroação de Carlos III de Inglaterra como rei, discute-se agora a possibilidade de vir a ser também o novo Grão-Mestre da Grande Loja Unida de Inglaterra, sucedendo ao Duque de Kent.

O seu pai, Príncipe Philip, foi maçom, mantendo até à morte a ligação à Loja onde foi iniciado em 1952, a mítica Loja da Marinha Nº2612 (Navy Lodge).

A própria Rainha Elizabeth II, cujo pai, Rei George VI e o tio, Eduardo VIII, eram maçons, fazia questão de todos os anos participar, a 24 de Julho, no Jantar Ritualista da Maçonaria Britânica (Royal Festive Board), acompanhando o marido.

Carlos III, assim como os filhos William e Harry, são maçons ativos, que participam com frequência nos encontros que se realizam em Freemasons Hall, em Londres, todas as primeiras sextas feiras dos meses de Janeiro, Março, Maio, Outubro e Dezembro.

A Grande Loja Unida de Inglaterra, a que pertence Carlos III, congrega mais de 200 mil maçons e tem mais de 7 mil lojas espalhadas pelo Reino Unido.

Fundada em 1813, é a principal e a mais antiga Obediência Maçónica do Mundo, tendo surgido após a divergência entre a Grande Loja dos Antigos e a Grande Loja dos Modernos.

Tendo por norma, ao longo da sua história, tido como grão-mestres membros da família real, desde a sua fundação no século XIX, cogita-se agora a possibilidade de Carlos III vir a ocupar esse lugar.

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